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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Esses truques da barra de tarefas do Windows 7 você talvez desconheça

Mesmo com um ano e meio no mercado, ainda existem truques e dicas para o Windows 7 que muita gente desconhece. Descubra três novos que podem lhe ser muito úteis!

O sistema ficou mais leve e rápido, a interface ganhou melhorias, a barra de tarefas, uma repaginada cheia de atalhos que facilitam a vida. Esse é o Windows 7.
Mas, por mais que sites, revistas e especialistas tenham esmiuçado o sistema na época do lançamento, ainda hoje calha de, vez ou outra, descobrirmos novos truques no sistema. Como os que o MakeUseOf mostrou hoje.
Particularmente, desconhecia os que mostrarei abaixo. E, além de serem pouco comentados, ainda por cima são úteis! Como ninguém nunca falou deles antes!?

Fechar janelas pela miniatura

Para abrir uma nova instância de um programa que já está aberto pela barra de tarefas, existem duas formas: ou você segura a tecla Shift e dá um clique com o botão esquerdo do mouse, ou dá um simples clique com o botão central, da wheel (a “rodinha” do mouse).
Até aqui, nada surpreendente. Você talvez não conhecesse, mas são dicas bem difundidas. O grande truque desconhecido é o caminho inverso, ou seja, como fechar janelas abertas com apenas um clique do mouse.
É simples. Pouse o cursor do mouse sobre ela e espere a miniatura (pré-visualização) saltar. Agora, coloque o cursor sobre a miniatura da janela e dê um clique com o botão central do mouse (o da “rodinha”). Pronto, janela fechada!
Feche janelas com o botão central do mouse.

Executar programas como administrador

A maioria dos programas que usamos é executada sem privilégios administrativos, ou seja, sem permissões para mexer e, potencialmente, “estragar” partes vitais do Windows.
Esse comportamento é padronizado para preservar o sistema. Não significa que programas são impedidos de rodarem com privilégios administrativos, apenas garantem que, na configuração padrão, eles só consigam esse direito com o consentimento do usuário. Sim, você acertou: quando um programa requer para si esses direitos, a concordância se dá pelo UAC.
Alguns programas cuja única finalidade é mexer no sistema, como o CCleaner, só abrem dessa forma. Outros, pedem gentilmente que o usuário o feche e, em seguida, o reabra com privilégios administrativos, clicando no atalho com o botão direito e, no menu de contexto, indo em “Executar como administrador...”. Outros não dizem nada, o que nos deixa com a pulga atrás da orelha...
Grande novidade do dia: dá para abrir programas com privilégios administrativos sem precisar abrir o menu de contexto! Funciona na barra de tarefas, no menu Iniciar e, provavelmente, em outras áreas do Windows 7.
A mágica acontece simplesmente segurando as teclas Ctrl e Shift juntas e, em paralelo, com um clique simples com o botão esquerdo do mouse no programa desejado. O UAC pula e, após a concessão de direitos, o programa abre com poder para fazer acontecer no Windows. Use com responsabilidade esse atalho!

Desabilitar o “Mostrar área de trabalho”

Aquela lombada no canto direito da barra de tarefas passa batida por muita gente, mas ela não é um mero adereço estético
de gosto duvidoso
. O botãozinho tem duas serventias.A primeira é “limpar” a área de trabalho, ação tomada com um simples clique nele. Por “limpar”, entenda ocultar todos os elementos que não sejam ícones e gadgets do espaço. A combinação de teclas que surte esse mesmo efeito é Winkey + D.
Já a segunda serventia é tornar transparentes, temporariamente, todas as janelas que estejam sendo exibidas na área de trabalho. Para isso, basta pousar o cursor do mouse sobre aquele espaço.
Mostrar área de trabalho.
Tem quem não goste dessa segunda utilidade. Para esses, existe uma forma bem fácil de removê-la. Clique na lombada com o botão direito do mouse e desmarque a opção “Espiar área de trabalho”.
Desabilite o 'Espiar área de trabalho'.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Desabilitando impressoras no servidor Samba


Para desabilitar o suporte a impressão no servidor Samba, basta editar o arquivo smb.conf e alterar/adicionar as linhas abaixo:

# vim /etc/samba/smb.conf

load printers = no
printing = bsd
printcap name = /dev/null
show add printer wizard = no
disable spoolss = yes

Execute o comando testparm para verificar se existem erros no arquivo
de configuração e depois basta recarregar o samba com o comando abaixo:
# /etc/init.d/smb reload

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Setup das novas BIOS.

Setup de uma placa ASUS
O programa Setup das BIOS das novas placas-mãe não são mais os mesmos.

Neste post, exibimos o print de um setup para uma placa Asus que o Deyvis L. me enviou.

Dez dicas do FCC para garantir a segurança online

Pequenos hábitos ajudam empresas, principalmente de menor porte, a aumentar a proteção contra ataques virtuais.

1 – Treine os funcionários
Estabeleça melhores práticas para proteger dados e comunique os funcionários regularmente. Estabeleça regras de comportamento e descreva como lidar com informações sensíveis. Deixe claras as penalizações caso haja displicência ao seguir essas regras.

2 – Proteja informação, computadores e redes dos ataques de vírus, spyware e outros códigos maliciosos
Essas soluções devem ser instaladas e atualizadas com frequência. Há diversos pacotes de soluções no mercado que permitem atualização e varredura automática. Use esses recursos.


3 – Crie um firewall para a conexão de internet
Mantenha sempre um firewall entre a rede interna e a Internet, com atualização constante. Se os funcionários trabalham de casa, certifique-se de que seus sistemas domésticos estão protegidos por firewalls.


4 – Faça download de atualizações dos sistemas operacionais e aplicativos assim que eles aparecem disponíveis
Todas as atualizações trazem correções importantes de segurança.


5 – Faça backup de todas as informações e dados importantes.
A perda de certos dados pode tirar uma empresa do mercado. Saiba quais são os dados fundamentais e faça backup automático, diariamente de preferência.


6 – Controle o acesso físico dos computadores e componentes de rede
As opções de segurança dos sistemas operacionais, com senhas e proteção de dados, devem ser utilizadas, principalmente em laptops, cujo roubo é mais comum. Além disso, certifique-se de que o notebook esta preso com cadeado específico quando ninguém estiver por perto.


7 – Torna redes Wi-Fi mais seguras
Se você tem rede Wi-Fi, esconda e coloque senhas fortes, que garantam a segurança. Opte por não divulgar o nome da rede para equipamentos que as rastreiam e use a chave criptográfica mais moderna.


8 – Peça senhas de cada profissional
Crie usuários para cada funcionário e configure os sistemas para que as senhas sejam sempre usadas.


9 – Limite o acesso dos funcionários a dados e informações e a instalação de software
Não ofereça acesso a sistemas de dados completos para os funcionários, apenas conceda aquilo que ele precisa para seu trabalho. Os funcionários devem ser impedidos, também, de instalar software sem permissão.


10 – Troque senhas com frequência
Quanto mais tempo as senhas permanecem com o mesmo nome, mais gente fica sabendo delas, graças ao compartilhamento que os funcionários fazem muitas vezes. Mude senhas a cada três meses.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Unix systems Performance

Unix systems Performance: "System Monitoring.
Unix Systems administrator performs the job of systems monitoring in between other jobs. In order to be well informed about system all the time, the very first thing is control of system. In all cases if you work in a team make sure that you tell your teammate about anything you do in system which is going to affect performance.
"

domingo, 8 de maio de 2011

Quer personalizar o Desktop?

Krento screenshot 
Krento é um Widget Engine . Isso significa que ele pode carregar e exibir widgets (graficamente ricos objetos interativos) em seu desktop. Widgets podem fazer qualquer coisa de exibir a data atual e tempo, para o lançamento de outras aplicações ou sites de abertura em seu navegador. Há alguns widgets já disponíveis eo número de que está crescendo o tempo todo. Ao contrário de outros motores de Widget , Krento é mais orientado para a funcionalidade do que na decoração. Agora, se você é do tipo aventureiro, realmente, você pode começar a jogar ao redor e tentar descobrir como usá-lo. Caso contrário, consultar o Krento manual para obter a descrição detalhada de todos os recursos mais Krento.

quarta-feira, 4 de maio de 2011


 Intel anuncia chip de 22nm com transistor 3D
 
Imagem de waffer do chip Ivy Bridge de 22 nm e com transistores 3D
 "A Intel anunciou seu primeiro transistor com design 3D, o Tri-Gate, que será empregado na sua nova linha de chips com 22 nanômetros de codinome Ivy Bridge.

O transistor é um componente microscópico base dos eletrônicos mais modernos e que controla o fluxo da corrente elétrica dos aparelhos. A principal diferença entre o transistor plano e o 3D é que o primeiro permite que a corrente elétrica passe por apenas um canal. Já o segundo faz a corrente passar por três canais, permitindo mais ciclos por processo."

sábado, 30 de abril de 2011

comtac
Olhar Digital: As portas para o mundo USB 3.0: "Ouvimos falar da tecnologia USB 3.0 há algum tempo. As placas-mãe e notebooks mais novos já começam a vir com algumas portas seguindo esse padrão. Mas a grande maioria que está nas lojas ainda está na geração 2.0, fora todo o parque instalado. A grande diferença de uma para outra é a velocidade. Enquanto a especificada para o padrão 2.0 é de 480 Mbps, a 3.0 atinge velocidades até 10 vezes maiores: 4,8 Gbps."

Google Page Speed te diz se um site está rápido o bastante | Global

Google Page Speed te diz se um site está rápido o bastante:

"Uma das coisas que tanto as pessoas quanto robôs de busca valorizam em sites atualmente é a velocidade em que eles abrem. É claro que robôs já acham uma página com mais de alguns segundos de carregamento algo terrível, mas seres humanos tendem a ser mais tolerantes. Para ajudar a otimizar esse tempo de carregamento, o Google criou um projeto no seu laboratório de experimentos chamado Page Speed Online, que mostra onde os sites podem melhorar para ficarem mais rápidos."

terça-feira, 5 de abril de 2011

"Slow Performing Add-ons Add-ons provide many useful features and functions, but they can also cause Firefox to become slower. Some add-ons can even slow Firefox to a crawl and make it difficult to use for regular web browsing. If you think add-ons might be the reason Firefox is lethargic, check the list below for some of the biggest bottlenecks. And remember, for best performance you should disable add-ons that you no longer use regularly."

sábado, 2 de abril de 2011

As 10 extensões para Firefox que todo blogueiro deveria ter

As 10 extensões para Firefox que todo blogueiro deveria ter
O Firefox é um dos melhores browsers que temos os dias de hoje, e grande parte do seu sucesso é por possuir milhares de extensões que se encaixam perfeitamente (ou quase) às nossas necessidades. E hoje decidi fazer uma lista de 10 extensões para Firefox que todo blogueiro, webmaster ou web designer deveria ter instalado em seu navegador.

  • Firebug
  • Com certeza a mais essencial e útil extensão desta lista, o Firebug permite que você simule uma edição do CSS e HTML do seu blog para testar os resultados, além de fazer rodar JavaScript’s, “debugar” o código, e várias outras funcionalidades.
  • ColorZilla
  • Permite que você pegue o código hexadecimal, RGB e HLS da cor de qualquer elemento na página em que você está, além de também possuir uma ferramenta de zoom.
  • YSlow
  • Desenvolvido pela Yahoo!, e usando a tecnologia Yahoo Smush.it, o YSlow dá dicas de como melhorar a velocidade de carregamento de uma página web, analisando o HTML, CSS, scripts da página, DOM, e avaliando o posicionamento da página em cada quesito, muito útil para blogueiros e web designers.
  • Html Validator
  • O Html Validator é muito útil para encontrar erros no código Html, como aspas faltando, barras faltando, ou coisas do tipo, o que muitas vezes pode tornar a página desfigurada ou com erros que incomodarão o usuário. Mas é preciso fazer uma observação: nem tente deixá-lo totalmente validado, pois sua página provavelmente ficará bem estranha...
  • Web Developer
  • Semelhante ao Firebug, o Web Developer permite simular alterações no código fonte do site, para testar modificações, porém esta extensão apresenta algumas ferramentas não presentes no Firebug, e vice-versa.
  • IE View
  • Quem desenvolve sites e blogs sabe que é sempre bom manter o código compatível com os browsers mais usados atualmente, esta extensão permite que você veja como seu blog fica quando visualizado no Internet Explorer, para que você não precise ficar usando o IE toda hora.
  • Pixlr Grabber
  • Útil principalmente para quem tem blogs sobre tutoriais, ou que de certa forma precisa tirar bastante "screenshots" de páginas da web. o Pixlr Grabber permite que você tire "fotos" de páginas do tamanho que você quiser.
  • OPML Support
  • Permite que você importe e exporte arquivos em formato OPML do seu Firefox, muito usado para exportar, principalmente, Feeds/RSS.
  • MeasureIt
  • Uma outra extensão muito útil para web designer, permite que você "crie" uma régua na tela, e possa medir qualquer elemento, sabendo assim se algo está do tamanho que você desejava, como uma barra lateral, imagem, ou coisa tdo tipo.
  • LinkChecker
  • Entre todas as extensões desta lista, esta é uma das únicas extensões úteis para todo tipo de blogueiro. O LinkChecker permite que você procure todos os links de uma página, além de checar se algum deles está quebrado.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Intel lança linha mais barata de SSDs

SSD
Intel anunciou nesta segunda-feira (28/03) sua nova linha de SSDs, nomeada "320 Series", na qual os dispositivos utilizam chips de memória NAND flash MLC (multi-level cell) e podem ter uma capacidade de até 600Gb.

domingo, 27 de março de 2011

Mantenha seu código limpo em desenvolvimento web - Parte 02 – iMasters

Mantenha seu código limpo em desenvolvimento web - Parte 02 – iMasters:

Continuando nossa saga de transformar vocês, jovens padawans, em mestres super sayajins (NullPointerException) da codificação maneira, vamos a mais algumas pérolas de sabedoria...

Mantenha seu código limpo em desenvolvimento web - Parte 01

Um problema comum em quase todas as profissões que podem levar as pessoas completamente a loucura é ter de continuar o trabalho a partir do que alguém começou. A principal razão para isso é o fato de que cada um tem formas diferentes de trabalhar, e às vezes isso pode causar uma bela confusão.

A fim de tornar o código mais limpo e apoiar o trabalho em equipe (o que significa que alguém pode precisar trabalhar com o que foi codificado antes), existem algumas considerações (e dicas) que devem ser levadas em conta.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Checklists para proteger sua rede de ataques DDoS

Nada deve dar mais medo a um administrador de redes do que ataques distribuidos de negação de serviço. Nao muito tempo atrás ferramentas como o Tribe Flood Network do Mixter deram trabalho a administradores de redes que sofreram na mão de miúdos do estilo do Mafia Boy, lembro que um provedor Inglês foi mesmo encerrado depois de sucessivos ataques .

Hoje a situação mudou, os sistemas operativos e dispositivos de rede foram melhorados. A Cisco como nao podia deixar de ser possui também varias soluções. Vou deixar aqui 2 documentos que recomendo para administradores de rede preocupados com o risco de ataques desse genero:

Strategies to Protect Against Distributed Denial of Service (DDoS) Attacks
Characterizing and Tracing Packet Floods Using Cisco Routers

Wifite - Ataques a redes Wifi em massa que utilizam WEP ou WPA | Coruja de TI

Wifite - Ataques a redes Wifi em massa que utilizam WEP ou WPA | Coruja de TI: "Todas as redes wi-fi que conhecemos ou acessamos utilizam WPA ou WEP para criptografar o seu acesso, é chover no molhado em afirmar que WPA é n vezes mais seguro que WEP, mas não é 100% seguro.

A ferramenta Wifite foi desenvolvida para automatizar e realizar ataques múltiplos a redes Wi-fi que utilizam uma das criptografias citadas, e na minha opinião é uma das melhores ferramentas já desenvolvidos até então. Ela só roda em mundo Linux e foi inclusa na distribuição de segurança BackTrack 4 RC1.



O que mais chamou a atenção foi a capacidade de realizar ataques múltiplos em múltiplas redes que utilizam WEP ou WPA, fantástico.

Caso você tenha um Linux e deseje utilizar o WiFite, vai ai o Link para download.
"

sexta-feira, 11 de março de 2011

Quer fazer seus próprios aplicativos para o iPhone?

Site facilita o processo, e nem precisa saber programar.

Com o App Makr, até mesmo quem não entende muito de programação pode criar seu aplicativo. Para isso, entre no site e clique em "Create".

Site: http://www.appmakr.com/

quinta-feira, 10 de março de 2011

BASH: O que o #! realmente faz

Certa vez, há muito tempo atrás, o Unix possuia apenas um shell, o Bourne shell, e quando um script era escrito, o shell lia o script e executava os comandos. Então outro shell apareceu, e depois, outro. Cada shell possuia sua própria sintaxe e alguns, como o C shell, eram bastante diferentes do original. Isto significava que, se um script usava os recursos de um shell ou de outro, ele deveria ser executado usando aquele shell. Em vez de escrever:

doit

O usuáiro tinha que escrever:

/bin/ksh doit

ou:

/bin/csh doit

Para remediar esta situação, uma alteração inteligente foi feita no kernel Unix -- agora um script poderia ser escrito começando com uma combinação hash-bang (#!) na primeira linha, seguida pelo shell que executaria o script. Por exemplo, dê uma olhada no seguinte script, chamado doit:

#!/bin/ksh
#
# do some script here
#

Neste exemplo, o kernel lê o script doit, vê o hash-bang, e continua a ler o resto da linha, onde ele encontra /bin/ksh. O kernel então inicia o Korn shell com doit como um dos argumentos, e passa a ele o script, como se o seguinte comando tivesse sido escrito:

/bin/ksh doit

Quandi o /bin/ksh começa a ler o script, ele vê o hash-bang na primeira linha como um comentário (por que ele começa com um hash), e ignora o mesmo. Para ser executado, o path completo do shel é necessário, já que o kernel não irá examinar sua variável PATH. O manipulador de hash-bang do kernel faz mais que só executar um shell alternativo, ele realmenet pega os argumentos que seguem o hash-bang e usa os mesmos como um comando, e acrescente o nome do arquivo como argumento àquele comando.

Você pode iniciar um script Perl, chamado doperl, usando o hash-bang:

#!/bin/perl

# do some perl script here

Se você escrever doperl, o kernel examina o hash-bang, extrai o comando /bin/perl, e executa o mesmo como se você tivesse escrito:

/bin/perl doperl

Existem dois mecanismos em funcionamento que permitem que isto funcione. O primeiro é a interpretação do kernel do hash-bang, o segundo é que o Perl vê a primeira linha como um comentário e ignora a mesma. Esta técnica não irá funcionar com linguagens de script que não tratam linhas que começam com um hash como comentário -- nestes casos, provavelmente você terá um erro. Você não precisa se limitar a usar este método apenas para executar scripts, apesar que é onde ele é mais útil.

O seguitne script, chamado helpme, apresenta a si mesmo no terminal quando você executa o comando helpme:

#!/bin/cat
vi unix editor
man manual pages
sh Bourne Shell
ksh Korn Shell
csh C Shell
bash Bourne Again Shell

Este truque do kernel irá executar um argumento após o nome do comando. Para esconder a primeria linha, faça que o arquivo use o more, iniciando na segunda linha, mas certifique-se de usar o path correto:

#!/bin/more +2
vi unix editor
man manual pages
sh Bourne Shell
ksh Korn Shell
csh C Shell
bash Bourne Again Shell

Ao escrever o helpme como um comando, o kernel converte isto para:

/bin/more +2 helpme

Tudo a partir da linha dois em diante é mostrado:

helpme
vi unix editor
man manual pages
sh Bourne Shell
ksh Korn Shell
csh C Shell
bash Bourne Again Shell
etc.

terça-feira, 8 de março de 2011

Getting to know Bash

Getting to know Bash: "Getting to know Bash
What is bash?
What is a shell?
Aliases
History
Completion
Globbing
Redirecting input and output
Quoting
Miscellaneous useful commands
For more information
What is bash?
`bash' stands for `Bourne Again SHell'. The Bourne shell was the original shell for UNIX: the ubiquitous `/bin/sh'. Bash is the GNU project's (free) re-implementation of the Bourne shell (with extra features, of course).
What is a shell?
A shell is just a command line interface between the user and the operating system. You type in what programs you want to run, and the shell runs them for you. Of course, shells generally allow you to do much more than this.

Here's an (incomplete) list of shells available for Unix-like operating systems:

sh ash bash csh tcsh ksh zsh rc es sash

bash, tcsh, zsh and ksh are probably the most popular these days. Here we look at bash, but (almost?) all the features covered here can be found in one form or another in the other popular shells.
Aliases
Aliases provide short-cut commands. For example:

alias h=history
alias ls='/bin/ls -CF'
alias cp='/bin/cp -i'
alias mv='/bin/mv -i'
unalias rm

Bash only supports simple substitution in aliases; other shells' aliases can be considerably more complicated. However, the same effect can be achieved in bash by using shell functions. For example:

lm() { /bin/ls -Flag $* | /bin/more }

... but shell programming is a large topic on its own.
History
Most shells (except the truly ancient, such as the original Bourne shell), have some kind of history capability. That is, they can remember the last n commands you entered, and allow you to retrieve and/or modify them for reuse. The last m commands are also saved between shell sessions.

Bash supports two different kinds of history. One comes from its use of the GNU `readline' library. This allows one to scroll up and down the history, searching, copying, modifying, etc. using emacs-like (or vi-like if you prefer) key bindings.

The other is similar to the history expansion provided by `csh' and its derivatives. Some examples:

!! The previous command
!-5 The fifth last command
!372 Command number 372
!foo The last command starting with `foo'
!?bar? The last command containing the string `bar'
^foo^bar The previous command, with `foo' replaced by `bar'
!^ The first argument of the previous command
!$ The last argument of the previous command
!* All the arguments of the previous command
!?foo?:3:h:gs/bar/baz/ Argument 3 of the last command containing the string `foo' with the trailing pathname component stripped off and all occurrences of `bar' replaced by `baz'

The current history list can be displayed with the `history' command.
Completion
Most modern shells allow some form of 'name completion'. In its basic form, it allows the user to type in a partial command or file name, and have the shell attempt to complete it for them. Bash's standard completion facilities can be invoked by hitting the `tab' key at any point on the command line. If the completion is unique, it is added to the command line. Otherwise, as much as possible is completed; hitting tab again results in a list of possible completions being printed.

Bash tries to be smart about its completion. If the word being completed starts with `$', it tries completing it as a shell variable. If it starts with a `~', it tries completing it as a user name. If it starts with a `@', it tries completing it as a host name. When appropriate, it tries completing it as a command (including aliases and functions). When all of the above don't work, it tries filename completion. (Note that there are key bindings for doing all of the above specifically, including just printing the options rather than performing the completion.)
Globbing (pathname expansion)
Expansion of wildcards (`?', `*', etc.) is usually performed by the shell in Unix-like operating systems. This means they are treated consistently across all programs. Some examples:

* All files (except those starting with `.')
foo*bar All files starting with `foo' and ending with `bar'
ba? All three-character files starting with `ba'
foo?*bar All files starting with `foo' and ending with `bar' with at least one character between them
[A-Z]* All files starting with a capital letter
*.[ch] All files ending in `.c' or `.h'
*[^0-9] All files which don't end in a number

If the pattern matches at least one file, it is replaced by the matching file(s) (in sorted order). If there are no matches, the pattern is left as it is.

Related to the above is `brace expansion', though this does not match against files (unless wildcards appear in the result). Examples:

a{b,c,d}e Expands to `abe ace ade'
/usr/{bin,lib,man} Expands to `/usr/bin /usr/lib /usr/man'
/usr/{,local/}{bin,lib,man} Expands to `/usr/bin /usr/lib /usr/man /usr/local/bin /usr/local/lib /usr/local/man'
Redirecting input and output
Normally the shell takes the input for the program from the 'keyboard', and sends the results to the 'screen' (loosely speaking). Bash (and other shells derived from the Bourne shell) has quite sophisticated means for controlling where input comes from and where output goes to, but most of this power is overkill for most interactive use. Here's some relatively simple examples:

foo > bar Redirects the output of `foo' to the file `bar'
foo 2> bar Redirects the error output of `foo' to the file `bar'
foo >> bar Appends the output of `foo' to the file `bar', rather than clobbering it
foo < bar Causes `foo' to read its input from the file `bar'
foo | snafu Takes the output of `foo' and feeds ('pipes') it into `snafu' as input

The `2' in `2>' above refers to a `file descriptor'. Standard file descriptor numbers:

0 Standard input
1 Standard output
2 Standard error

You can also 'copy' file descriptors:

foo 2>&1 Sends the error output to the same place as the standard output (useful for sending both to the same place)

Redirections can be combined, but the order can be important:

foo > bar 2> baz Redirects the output of `foo' to the file `bar', and the error output to the file `baz'
foo > bar 2>&1 Redirects the output of `foo' to the file `bar', and then redirects the error output to the same place
foo 2>&1 > bar Redirects the error output to where the standard output (was) going, and then redirects the standard output (only) to `bar'
foo &> bar Same as `foo > bar 2>&1' (short-cut)
foo 2>&1 | snafu Pipes both the standard output and the error output of `foo' into the input of `snafu' (the pipe redirection is always done first, so when the error output is sent to the same place as the standard output, the standard output is already being sent to the pipe)
Quoting
Some characters have special meaning to the shell:

| & ; ( ) < > $ ` ' ' \ space tab

These have to be 'quoted' if they are not intended to be interpreted by the shell. One way to do this is to precede the character by a backslash (\). Another way is to enclose all or part of a string within quotation marks. Note that the different quotation marks have different meanings.

'...' Everything within the string is kept verbatim
'...' Most things kept verbatim: dollar ($) and backquotes (`) still special
`...` Not to be confused with '...'! This executes the enclosed string as if it were a command and replaces it with the command's output

Compare the following commands:

echo 'rm -rf *' ; sleep 5
echo `rm -rf *` ; sleep 5

Miscellaneous useful commands
pwd Print the current directory
pushd 'Push' the current directory onto the directory stack and change to another directory
popd 'Pop' the current directory off the directory stack
dirs Print the directory stack
tee Copy its input to a file as well as printing it on standard output
echo Print its arguments on standard output
For more information
The `man' page for bash is big and daunting, but it is comprehensive, and quite good compared to many. Pipe it into less or something (`man bash | less') so you can scroll around easily and perform simple searches.

If you're familiar with `info' or `emacs', you may also like to look at the info page (`info bash').

O'Reilly have a book on bash, `Learning the bash Shell' (2nd ed), but I've not seen it so can't really comment.

There are no doubt many net resources around. As an undergrad, I found Zoltan Somogyi's lectures on shell programming quite useful. He has some lecture notes available (slide set #2), as well as some sample shell scripts.


– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

segunda-feira, 7 de março de 2011

Logical Volume Manager (LVM) Commands for AIX

Logical Volume Manager (LVM) Commands for AIX: "– Varios comandos para trabalhar com o volume manager do AIX."